quarta-feira, 24 de maio de 2017

Quem diria que fazia os 10

Depois deste post fui mais um dia para o Jamor. Pensei em correr 5/6km, mas depois de falar com a Agridoce (expert em corridas) decidi só dar uma voltinha para descomprimir. 

Estava um vento descomunal que nem conseguia correr. Decidi parar quando senti as pernas cansadas e ficar a fazer alongamentos na relva. Alongar bem as pernas e pensar nos 10km que ia fazer 3 dias depois, ou seja no domingo.

Durante sexta e sábado estive nervosa. Correr 10km põe-me nervosa, especialmente quando não me sinto fisicamente preparada, ou psicologicamente motivada... Tenho andado numa fase menos boa, mais irritada, de mau humor e com vontade de não fazer nada. Sentia o meu corpo cansado e também não andava a dormir como deve ser.
Na sexta à tarde o N. (o culpado da corrida) encontrou-se comigo em Lisboa e deu-me os kits. Obrigada. Agora: porque é que kits de corrida vem com biscoitos super bons de uma pastelaria local??
Sexta e sábado não houve excessos. Nada de álcool, nada de doces, comida saudável e proteína boa. Tive uma festa de anos mas felizmente a aniversariantes é vegetariana, intolerante à lactose e ao glúten, então só havia coisas saudáveis, até o bolo.

Domingo à noite comi a típica massa com frango grelhado, dicas do treinador. Fui dormir cedo, mas antes preparei a roupa e acessórios para a corrida e fiz uma mega panqueca proteica para pequeno almoço.

Se não fosse o Mr. não tinha acordado. Enganei-me a por o despertador... Além disso, o fofinho, ficou uma hora a por as músicas que escolhi no i-pod, enquanto a princesa dormia.
Eram 8:30min. da manhã de domingo e já estava em Entrecampos na casa da minha mate. Não sei como a convenci a ir à corrida, foi a estreia dela nos 10km.
Rumamos a Alverca.

A 25min. do início da corrida, estávamos nós na partida, a trocar as últimas impressões, quando de repente me dou conta de que tinha o meu relógio cardio-frequencímetro mas me faltava a banda para medir o batimento cardíaco! Tinha-o deixado no carro... Lá vou eu disparada para o carro, que estava a quase 10min. de distância... 

"Vai a correr, sempre fazes o aquecimento" - disse-me a outra amiga mais experiente na coisa.
Assim fiz. Numa corridinha cheguei ao carro em 3 tempos, pus a fita à volta das costelas e voltei a passo. Dos nervos já tinha a bexiga cheia. Ninguém corre 10km com a bexiga assim...impossível. Avistei uma galp e foi a minha salvação.
O tempo estava encoberto, ótimo para correr, embora demasiado abafado.
Quando cheguei à beira delas já faltavam apenas 10min. para começar. 
Muito rapidamente espalhei protetor solar +50 por toda a pele, pois branca como sou, sabia qual seria o resultado caso não pusesse. Efeito camarão certo.

Começamos a corrida calmamente.
A C. deixou-nos logo à partida pois tinha um objetivo a cumprir. 
Os primeiros 4kms foram, a meu ver, pacíficos. Tinham passado 26min. quando chegamos ao abastecimento de água dos 4km. Toda a água que entornei em mim enquanto bebia soube-me pela vida, visto que, sensivelmente depois das 10:30 o sol espreitou e o calor dificultou a nossa tarefa. 
Os kms seguintes foram feitos debaixo de sol, sem vento, nas pistas da força aérea. Gostava de saber quem teve esta brilhante ideia de nos por a correr num descampado, tanto tempo, ao sol, com uns militares a olhar para nós (que até podiam ser giros mas nem vi, tal já era o cansaço). A mate quebrou o ritmo nesta parte. Não pelos militares, infelizmente. Os meus pés latejavam de calor e sentia a cara a ferver! As pistas acabam já ali - pensava eu. Enquanto pensava verbalizava para incentivá-la. 
Mas não, as pistas não acabavam "já ali"... foram 3 árduos kms assim.

Quando finalmente vimos o final das pistas entramos em terra batida. A sério? Terra batida? Valeram-nos os voluntários da prova, sempre sorridentes e incentivadores e os "amigos" que vamos fazendo pelo caminho, mandando uma ou outra piada. Falei o caminho inteiro, mas a mate foi parca em palavras. Estava em sofrimento. 
Entramos no último km e eu estava mesmo a ficar cansada... Pensei em andar quando vi que tinha que fazer a subida da ponte de regresso. Não sei onde arranjei forças, mas não parei, diminui apenas o ritmo. Entretanto avisto o N., em sentido contrário. Já tinha terminado a prova e voltou para trás para incentivar quem ainda não tinha terminado. Sempre bom quando alguém faz isto. 

Deviam faltar uns 600m e veio nova subida.
Aqui fraquejei. Ainda cheguei a dar 4 passos mas a mate abriu a boca para me dizer "nem penses que agora no fim vais desistir". E não desisti. Seguimos as duas, devagar devagarinho na subida e quando descemos vimos a meta... que sensação boa! Que euforia! 
Na reta final a C. (que já havia terminado) juntou-se a nós e passamos as 3 a meta de mão dada. 
Que lindo! Foi ideia minha... 
É simplesmente indescritível o sentimento de superação pessoal!


Depois da sessão de fotos aproveitamos os balneários municipais para tomar banho e seguimos para Arruda dos Vinhos, onde nos esperava presunto para negra, bacalhau assado e costeletão na brasa.
Saímos de lá a rebolar. 


p.s 1. - Pra quem quiser comer bem o restaurante chama-se O Fuso. E não é bom, é excelente.

p.s. 2 - A prova foi dura, mas se não fosse não teria piadinha nenhuma! Experimentem correr sempre no mesmo registo... é mentalmente mais cansativo. As mudanças obrigam o corpo a adaptar-se e isso é bom!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Onde fazem bebés

Tinha posto na minha agenda (obrigada Google), há 3 anos atrás, que em Maio de 2017 tinha que me dirigir à MAC, a para prolongar o congelamento dos meus ovócitos. O normal é ficarem 3 anos, no caso de se precisar de mais anos, tem-se mesmo de ir lá e pedir para prolongar o tempo, caso contrário, vão direitos para o lixo.
Ontem estava a passar lá perto e achei que era a altura ideal para lá passar. 
Entrei e disse a que departamento queria ir. 

"Departamento de genética" - disse eu. O senhor ficou a olhar para mim com cara de quem não estava a perceber o que eu estava a dizer.

Nuns segundos fez-se um clique. Não é genética! Isso é a cena da mutação e é na Estefânia... "Não! Não é genética que eu quero. Ai... não me lembro do nome..."

"Ginecologia?" - perguntou o segurança.

"Não, não é ginecologia - disse eu a rir-me - Não me lembro do nome..."

De repente intervém o segundo segurança: "Deixa a senhora pensar."

Nesta altura começo a sentir um calor imenso. Estava a corar. Queria dizer que é onde se fazem bebés, mas dizer assim parece estúpido.

"Sabe lá ir ter? Se souber entre e vá." - perguntou o 2º segurança.

Mas eu já não me lembrava como chegava lá. Foi há 3 anos.

"Não me estou a lembrar. Não é genética mas é parecido... é onde se faz... eeeerrrr... é onde se congelam ovócitos..." - disse eu, ainda mais vermelha que antes, num tom de triunfo.

"Ah fertilidade! Quer ir para a fertilidade!"

Eu ri-me. Parecido com genética, dizia eu... só na minha cabeça... onde anda tudo ligado...



Porque é que fico imensamente corada? Não sei.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Que andas a fazer L das horas?

Ando a treinar para a corrida e ando a deprimir exatamente pelo mesmo motivo.

Os 10 dias de férias que tirei no mês passado (depois conto-vos como foi a viagem) não ajudaram nada, comi e bebi com fartura e agora o rabo pesa-me. Estou lenta e não consegui ainda chegar aos 10km nos treinos. Acho que a mente me anda a atraiçoar.
Ainda assim, tenho feito corridinhas. Na viagem inclusive... ora atentem:

Pré-férias

Em Amesterdão

Em Bruxelas 

De volta aos treino indoor

Na Cidade Universitária

Com um conterrânea que descobri no IG

Sozinha no Jamor, enquanto esperava pelo Mr.

Se não voltar cá depois de domingo é por faleci algures por Alverca.
(N. a culpa viverá para sempre contigo)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Porque não há só o Pinheiro...

Há algum tempo que comecei a reparar em grafitis a três dimensões por Lisboa. Não sabia quem os fazia, mas adorei sempre a forma como tinham sido feitos. Uma imaginação do outro mundo, utilizando lixo para criar imagens de relevo nos muros sem graça.
O primeiro que vi foi este, em Alcântara Terra.


Depois vi este no LxFactory.


De facto é altamente inovador o trabalho do Bordalo II. Não se limita a representar o mundo animal, mas conseguiu também criar uma sátira social em muitos dos seus trabalhos. Ora vejam: 

Our gift to Mother Nature

TMPFES ( Tráfico de Mulheres para Fins de Exploração Sexual)

Vaso de entulho ou Contentor de flores?

Trashburger

Heart Attack 

Gecko @ Alcântara, Lisboa

Red Squirel
Piece done in Dublin, Ireland

Trasherpillar 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Sobre as palavras que me escrevem

Este blogue fica parado um montão de tempo, mas depois escrever um post (como o de ontem) e receber um mail como o que recebi da Esparvoada, bem, é gratificante e compensa todo o tempo que passo aqui a escrever.
É simplesmente fantástico.

Muito obrigada a toda a gente que deixou umas palavras reconfortantes.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Bomba [relógio]

A partir do momento em que temos um cancro e passamos por ele como se fosse uma pista de obstáculos, que ele nos persegue para todo o sempre. Além de ficar na história o nosso dia a dia vai sendo pautado por exames de rotina (ecografias, mamografias, ressonâncias magnéticas), colheitas de sangue, sensibilidade nas cicatrizes, comprimidos, idas ao hospital pra levantar mais comprimidos e mais uma data de coisas.
A juntar a esta panóplia de coisas apareceu-me a parte da genética. Em outubro tive a confirmação da minha mutação genética ao BRCA1, ontem tive a confirmação (ou quase) de que esta mutação é hereditária e está associada ao cancro da mama.

Há uns meses, a médica da genética pediu-nos que colhêssemos sangue à única tia-avó viva (irmã da minha avó) que já estava com 90 anos e bastante mal de saúde, para que se pudesse fazer a análise e ver se ela também teria a mutação.
Há uma semana recebi uma convocatória de consulta para mim e para ela. Infelizmente para ela já não veio a tempo, mas o seu contributo foi preciso. A mutação também existia nela, logo, chegamos à conclusão que é hereditária e aparentemente estará associada ao cancro da mama, uma vez que ela também o teve, aos 84 anos.


A médica chamou-me bomba relógio.
Preferi focar-me na bomba e esquecer o relógio.
Gosto dela, mas tem o seu "quê" de loucura e filtro muito o que me diz. Por ela íamos tirando "peças" de modo a reduzir as minhas probabilidades (que são altas) de voltar a ter cancro, não só na mama, mas também nos ovários ou noutros locais de que doutora já me falou. Infelizmente, como ela disse, não posso viver sem estômago ou pâncreas (caso contrário ela aconselhava a tirar).

Por ela faço cirurgias de remoção de mama e ovários.
Põe as coisas de uma maneira que parece simples.
Mas não é.
De todo.

Tomei uma decisão acerca disto já há alguns meses.
E até agora não se alterou.

Esta fotografia tem 2 anos. Ainda não havia cabelo, mas havia cara e mãos inchadas. Parece que foi há imenso tempo. 
Estou tão diferente. 
É uma metamorfose contínua.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Final do 1º desafio fit

Pois é que foi num "instante" que passaram os três meses de desafio.
Passou literalmente a correr!
Os exercícios foram do mais variado possível, não pensei sequer que íamos ter metade da motivação que tivemos. Fomos brilhantes durante três meses.
Partilhamos exercícios, dores, vitórias e conquistas, tempos, desalento por vezes, mas com as palavras amigas que recebemos o desalento transformou-se em motivação.
Os resultados disto, além desta "amizade fit", foram bem visíveis em cada uma de nós. Mais força, mais flexibilidade, menos preguiça, melhores tempos, mais saúde e umas formas mais bonitas.

O saldo foi tão positivo que prevejo um 2º desafio daqui a uns tempos.
Mais alguém gostava de participar?


Já agora os resultados:

obiquínidourado #catarina (78)
Sofia (57)
Vera (51)
Ldashoras (50)
Andreia (43)
imtalkingwithmyself (37)
Agridoce (26)

Houve duas desistências, mas esperamos que no próximo voltem em força ;)

segunda-feira, 10 de abril de 2017

E Dublin? (grande post...)

Dublin foi bom, mas curto.
Fui um pouco na expectativa, pois sendo a 2ª vez que lá ia não sabia bem como ia ser.
Apercebi-me poucos dias antes de embarcar que tinha sido a 1ª viagem que fiz com o Peter Pan e era também a 1ª que ia fazer com o Mr.Panna e isso provocou-me uma tensãozinha.
Aquela máxima do "nunca voltes aos lugares onde já foste feliz", um pouco por aí...

Felizmente a viagem foi muito fixe e basicamente só a cidade é que foi a mesma, porque nada do que fiz teve a ver com a primeira vez lá.


Os agrobetos
Para começar chegamos no St. Patrick's Day. Para quem não sabe é o feriado mais importante da Irlanda e sem dúvida que é o dia mais verde do ano, um autentico carnaval verde.
Ainda no aeroporto de Lisboa apanhamos uns agrobetos que também para lá iam. Aí uns 30 gajos vestidos à tirolês, às 8h da manhã a emborcar cervejas. Chegaram atrasados ao voo, fizeram barulho até aterrar e esgotaram o stock de cerveja do avião. Um bocadinho irritantes e com idade para não o serem, mas ok., parece que vale tudo neste dia.
Depois de chegarmos a a Dublin foi tempo de pousar as malas em casa, almoçar rápido, colocar as nossas boinas verdes de xadrez e fomos prá festa.
Não chegamos a tempo da parada, que tinha sido de manhã e constatamos que às 15h já a festa tinha terminado e já só havia homens do lixo nas ruas, crianças a beber por todo o lado e pubs com música brasileira com filas de 100m (sim às 16h).
A Irlanda tem um grave problema de alcoolismo. Para perceberem, nos dias feriado, só se pode comprar álcool a partir das 12.30, isto para que as pessoas não comecem a beber logo de manhã... se resulta ou não, não sei. A verdade é que os nossos amigos queriam ter comprado vinho para o almoço e não conseguiram.

Não só as pessoas, mas também a cidade veste-se de verde (e laranja).



Apanhamos este tempo nhónhó, sempre com aquela chuvinha que não atrapalha mas chateia.


Demos uma voltinha a ver o ambiente, comemos uns muffins ótimos e fomos diretos à zona de Temple Bar, que é onde ficam os pubs, porta sim, porta sim. Estava tudo a abarrotar de gente, mas ainda assim decidimos tentar a sorte num dos pubs mais conhecidos o The Porterhouse para bebermos umas cervejas locais, sempre com a boina na cabeça. A parte mais fixe dos pubs (além das cervejas) é que normalmente tem música irlandesa ao vivo. Foi o caso e foi mesmo giro, com a malta toda a dançar como se não houvesse amanhã.


Depois do pub continuamos a pé e passamos o rio Liffey pela O'Connell Bridge (este rio tem inúmeras pontes, eu no mapa contei 19...) e subimos a O'Connell Street, uma das avenidas principais até chegarmos ao The Spire.





Não tardava rumávamos a casa, com umas garrafas de vinho e cerveja para o jantar.

Se há coisa que eu não esqueço quando vou viajar é dos meus ténis e equipamento para ir dar uma corridinha. Não pela corrida em si, mas porque gosto de colecionar países onde já corri. É maluquice, eu sei. Ainda tentei convencer algum deles a vir comigo, mas foi em vão. Enquanto os rapazes foram buscar o carro que tínhamos alugado on-line eu fiz-me ao caminho e fui correr num jardim perto de casa. Se há coisa que os irlandeses têm de bom é a sua simpatia. Já tinha constatado da outra vez e voltei a aperceber-me. Toda a gente que se cruzou comigo no parque me deu um "good morning", desde o velhote a passear os cães, à outra rapariga que também estava a correr. Vá-se lá saber porquê, andei sempre em sentido contrário às outras pessoas...






 Corri com chuvinha, mas fiz ponto para os desafios fit e cheguei a casa e tinha estes fofos à minha espera. Enquanto tomei banho os outros 3 (o Mr. e os nossos tugas irlandeses) prepararam sandes para o almoço. Saudável e barato. Metemo-nos no carro e rumamos a Wicklow, o jardim da Irlanda, um paraíso natural. Estava um vento absolutamente brutal quando chegamos ao ponto mais alto da montanha, tão forte que tive medo de voar penhasco abaixo.











O momento em que fiz muita força na pernas para não voar.

Voltamos a jantar em casa e reservamos o dia seguinte (domingo) para ver os museus. Compramos as entradas on-line para termos algum desconto e lá fomos todos contentes. Aconselharam-nos o The Little Museum of Dublin, que como o nome indica é mesmo um mini museu, onde há visitas guiadas e nos é contada a história da Irlanda, por décadas, apenas pelas coisas expostas em duas salas. A guia era muito divertida, mas aquela pronúncia irlandesa dificultou um pouco a vida. Está incluída no bilhete a visita guiada ao St. Stephen's Green, mesmo em frente ao museu, onde continua a ser contada a história do país. Eu que não sabia nada da Irlanda fiquei a saber.
O 2º piso do museu é inteiramente dedicado aos U2, que são irlandeses.



Tínhamos que almoçar rápido para seguirmos para o museu da Guiness e queríamos algo tradicional. Não há assim tanta comida tradicional, tirando o fish&chips (que íamos jantar em casa), então fomos almoçar num pub, a ver futebol e a beber cerveja irlandesa.


Seguimos para o museu da Guiness. Na verdade achávamos que víamos aquilo em 2 horitas... Só que não! Foram mais de 3 horas e vale bem o dinheiro do bilhete. São 7 andares de museu, começa com a produção da cerveja, conta a história desde o início da produção, o seu crescimento e desenvolvimento; depois tem um piso mais sensorial, com cheiros e sabores (onde se aprende fazer uma degustação), há uma zona de bar com música ao vivo; há um piso só com as publicidades mais icónicas da marca e ainda se aprende a tirar uma Guiness perfeita, com direito a diploma. No último piso a vista sobre a cidade é de 360º e pode beber-se uma Guiness de oferta.






Voltamos para casa ao anoitecer, depois de algum tempo a deambular, perdidos, na margem errada do rio. Finalmente encontramos a paragem do autocarro e voltamos a passar o Liffey.
Despedimo-nos de Dublin com esta vista.